sábado, 21 de novembro de 2009

Droga

A morfina é uma substância extraída do ópio e recebeu esse nome em memória do deus grego do sono, Morfeu. Um dos analgésicos mais ativos que existem, tem importante aplicação médica no controle de dores muito fortes, em casos de doenças graves, como câncer ou traumas violentos provocados por acidentes.
Em 1973, cientistas descobriram que a morfina atuava em pontos específicos do encéfalo, na medula espinhal e em outras terminações nervosas.
Por conta de abuso e de uso exagerado, começaram a surgir os primeiros casos de dependência à morfina na segunda metade do século XIX, durante as guerras franco-prussiana e civil americana. Altas doses do analgésico eram ministradas aos soldados feridos, e a disseminação do consumo fez com que a morfina se tornasse popular em todas as classes sociais da Europa e da América do Norte.
A dependência é caracterizada por um desejo fortíssimo de tomar a droga e por crises de abstinência, nos casos de interrupção abrupta de consumo. A suspensão do uso causa irritabilidade, calafrios no corpo, convulsão, cãibras, cólicas, diarréia e vômitos. Os sintomas diminuem após alguns dias, mas o sofrimento do paciente é muito grande.

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