Parabéns Gilda!!!
A década de 60 foi uma das mais efervescentes no mundo todo, como bem retratou o jornalista Zuenir Ventura no livro “1968 o ano que não terminou”. Nesse ano, especificamente, o planeta era uma verdadeira panela de pressão, prestes a explodir. O Homem chegava a Lua, acontecia o primeiro transplante de coração na África do Sul, a guerra fria entre Estados Unidos e União Soviética, matava milhares de pessoas no Vietnam, os estudantes saiam às ruas na França, Martim Luther King, liderava um movimento negro na América do Norte e os russos invadiam a Polônia, na terrível Primavera de Praga. Aqui no Brasil os militares que mantinham o poder endureciam o jogo com a decretação do famigerado AI5 e a repressão prendia, torturava, matava e arrebentava, a quem se opunha, obrigando aos jovens sonhadores a pegarem em armas, como fez a nossa agora presidente Dilma Rousseff. Mas tinha coisas boas, como por exemplo, a Tropicália, movimento musical, que além de muita alegria combatia o regime de forma velada. Nas rádios, Beatles, Caetano, Jovem Guarda, Chico, Simonal, Elis, entre outros e também a boa música francesa. A televisão exibia a novela Antonio Maria, com o saudoso ator Sérgio Cardoso e o cinema deixava a todos extasiados com o filme “2001 uma Odisséia no Espaço”, de Stanley Kubrick. Mais o fato mais importante que aconteceu naquele ano, foi em novembro, mais precisamente no dia 2 de novembro. Neste dia em Sampa, nascia uma estrela. Batizada de Gilda, ela veio abrilhantar mais essa constelação chamada mulheres. Hoje no auge de seu brilho, ela ilumina e aquece a todos que estão em sua órbita e atéos que estão distantes, como é o meu caso. Beijos amiga e até daqui a pouco!
Antonio Santiago
Antonio Santiago




1 comentários:
eita... kkkkkkkkkkkkk Santi, vc sabe que não trabalho bem o elogio a mim mesma... fico sem graça! É mole? Eu sem graça? kkkkkkkkk
Mas já vou copiar, colar e colocar no MEU BLOG. kkkkkkkkkkk Beijos da LOYRA, obrigada pelo carinho, pela amizade de tantos e tantos anos.
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