Previdência
Políticos e especialistas descartam que a presidente eleita, Dilma Rousseff (PT), mexerá significativamente nas regras da Previdência para quem já está no mercado, prestes a se aposentar. Porém, dificilmente o brasileiro passará os próximos quatro anos sem ver um ajuste no sistema.
Se a reforma for feita, ela deverá afetar apenas quem ainda não começou a trabalhar. A justificativa é a economia aquecida, pois o aumento no número de empregos com carteira assinada eleva a arrecadação da Previdência Social. Com a melhora nas contas públicas, não há razão para mexer em um vespeiro.
"Como estamos em uma fase econômica favorável, as pessoas se esquecem dos problemas de longo prazo", avalia o economista do Ipea (instituto de pesquisa econômica), Marcelo Caetano. Para ele, essa postura não é exclusiva dos países subdesenvolvidos, já que, na Europa, a atual onda de reformas tem como pano de fundo a crise.
Fonte: Agora SP



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