Erro de diagnóstico
Estudo de psiquiatras e neurologistas da USP, Unicamp, do Instituto Glia de pesquisa em neurociência e do Albert Einstein College of Medicine (EUA) mostraram que 75% das crianças brasileiras que tomam medicamentos para deficit de atenção não foram diagnosticados de forma correta. A pesquisa feita em 16 Estados brasileiros e no Distrito Federal concluiu que do total de crianças que tomavam remédios, somente 23,7% tinham o transtorno. O número alto de crianças diagnosticadas erroneamente serve de alerta para pais e professores, pois o remédio usado pode causar efeitos colaterais como taquicardia, perda do apetite e o desenvolvimento de quadro bipolar ou psicótico em pessoas com predisposição.
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