segunda-feira, 12 de abril de 2010

Sede

Quero o calor deste amor pungente,
Tão aparente que no olhar se aflora
Quero ouvi-la com a voz das flores
Se acaso falassem, quero tê-la agora

Quero teus lábios como rosa aberta
Que em mim desperta emoção ardente
E no espasmo de um beijo quente
Sentir teu hálito em sublime oferta

Quero a nudez de teu corpo esguio
Morrer de amor em suor
Quero enfim este amor bravio
Amor no cio de prazer fundido
Insaciável sede depois de bebido.

Antonio Santiago

2 comentários:

MARIA CRISTINA,  12 de abril de 2010 às 22:14  

Bela poesia...Aquece o corpo...Dá vontade de amar... O mais surpreendente, é quando essas almas se encontram e os compromissos do dia a dia não a permitem se tocar....e de longe... sem aviso... a brisa do vento carrega almas que poderiam se fazer etéreas...

Um abraço!

Anônimo,  16 de abril de 2010 às 21:03  

Quase um soneto. Tenho sede de ver na minha tela um soneto seu. Sei que vou beber cada palavra.
Lubélula

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