Sede
Quero o calor deste amor pungente,Tão aparente que no olhar se aflora
Quero ouvi-la com a voz das flores
Se acaso falassem, quero tê-la agora
Quero teus lábios como rosa aberta
Que em mim desperta emoção ardente
E no espasmo de um beijo quente
Sentir teu hálito em sublime oferta
Quero a nudez de teu corpo esguio
Morrer de amor em suor
Quero enfim este amor bravio
Amor no cio de prazer fundido
Insaciável sede depois de bebido.
Antonio Santiago



2 comentários:
Bela poesia...Aquece o corpo...Dá vontade de amar... O mais surpreendente, é quando essas almas se encontram e os compromissos do dia a dia não a permitem se tocar....e de longe... sem aviso... a brisa do vento carrega almas que poderiam se fazer etéreas...
Um abraço!
Quase um soneto. Tenho sede de ver na minha tela um soneto seu. Sei que vou beber cada palavra.
Lubélula
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