quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Ato relembra chacina no Porto Belo

Teatro, hip hop e um debate darão o tom a um ato contra a onda de violência em Foz do Iguaçu que será realizado nesta quinta-feira, dia 7. Promovido pelo Centro de Direitos Humanos e Memória Popular (CDHMP), o evento começará às 19h30 no Colégio Estadual Carmelita de Souza, no bairro Porto Belo.
O manifesto será em memória a quatro jovens executados a tiros, em casa, na Rua Angela Aparecida Andrade, no Porto Belo, por um bando encapuzado, em 5 de outubro de 2006. À época, parentes e amigos das vítimas chegaram a protestar em frente à 6ª Subdivisão Policial, exigindo a elucidação da chacina, mas hoje parecem ter poucas esperanças.
Quatro anos após o crime que abalou a cidade, o inquérito policial pouco avançou para descobrir os autores da barbárie que matou Marcelo Farias Silva, 18 anos; Maurício Farias Silva, 24; Jéferson Aparecido dos Santos, 17; e Ilson Gonçalves Araújo, 20. A papelada vai e volta da delegacia ao fórum sem apresentar novos elementos na investigação. A programação do ato no Colégio Estadual Carmelita de Souza começará com a encenação de A última flor, de James Thurber, com texto de Millôr Fernandes. A apresentação será feita por alunos da Casa do Teatro.
Depois haverá uma mesa de debate sobre infância, juventude e violência, mediada por assistentes sociais e jornalistas. Um show de hip hop completará o manifesto. Além de alunos e professores, participarão do ato famílias das vítimas da violência no município.

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