sexta-feira, 5 de março de 2010

Forças

Por Rodrigo Vizzotto*

Forças, forças, forças
Inexplicáveis nos unem
Explicáveis nos afastam
Aquelas consumadas, estas tentadas.

Novamente nos sentimos amputados,
Pela extração desavisada de algo,
Que pela sua importância,
Era via de proximidade e êxtase comum.

Duas, três, quatro vezes que seja!
Nos fora impedido algo imaterial

O certo como a certeza que temos,
Isento de qualquer interpretação,
É que separados sofremos, perdemos,
Porém unidos, abastecemos nosso coração.

*Rodrigo Vizzotto é advogado

4 comentários:

Carla,  5 de março de 2010 às 09:11  

ah... como a força do amor fidedigno é de extrema grandeza a ponto de superar qualquer obstáculo, qualquer distanciamento a ponto de nos erguermos e reerguermos como seres insustentáveis e tornarmos superiores à dor oculta e translucida...

Lubélula 5 de março de 2010 às 10:59  

Amei esse poema! Devaneios, idealismos e a força da realidade...E a realidade das forças dos devaneios e idealismos...

Eu,  5 de março de 2010 às 12:32  

Um advogado poeta, ou seria um poeta advogado?!
Simplesmente um homem apaixonado! MARAVILHOSO!!!

Utita...,  5 de março de 2010 às 14:13  

Me entreguei a este sentimento, desarmei as defesas do meu coração...
Enquanto forças tiver, não irei desistir.
E com ELA nos ombros, enfrentarei o cansaço, a tristeza...a dor na alma que persiste...
Terei forças? Até quando? Até quando finalmente em teus braços adormecer... "Utita e Branco"

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