sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Não tem como esquecer

Estávamos na parte de cima de um prédio de três andares. Fui buscar o material que usamos na palestra, a bolsa dela, as anotações que fizemos na viagem. Foi nesse momento que o prédio começou a balançar de um lado para o outro. O chão começou a ruir, perdemos o equilíbrio e não vi mais nada. Do lado desse centro, tinha uma escola. As crianças estavam lá. A escola também ruiu. À medida que saíamos, escutávamos os gritos das crianças. É algo muito forte. Não tem como esquecer.

Da secretária da Pastoral da Criança, irmã Rosangela Altoé, que acompanhava a dra. Zilda Arns na hora que aconteceu o terremoto.

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